IBEF-PR

Código de Ética

O código de ética proposto pelo IBEF foi instituído em setembro de 1998, contando com a valiosa colaboração de seus inúmeros associados, dentre os quais merecem especial destaque:

Nome Empresa
Ary S. Graça Filho  Presidente
Luiz Affonso Romano Coordenador
Rubens Tafner Presidente Ibef-SP 
Francisco Céspede Vice-presidente Ibef-SP
José Bueno  Diretor Ibef-SP
José Maria Rodrigues Noronha  Consultor

A Seccional Paraná disponibiliza para sua consulta o resultado desse trabalho, na íntegra. Afinal, trata-se de uma importante referência para os profissionais e empresas das mais diversas áreas.

Introdução

Capítulo 1 - Dos Fundamentos Éticos

Capítulo2 - Das Normas de Conduta Profissional

Art. 3º

Os princípios estabelecidos pelo Código de Ética se traduzem nas presentes normas de conduta que devem ser fielmente cumpridas pelos executivos de finanças afiliados ao IBEF de modo a ser mantido o alto conceito da profissão junto à sociedade.

Art. 4º

As normas estabelecem os deveres e responsabilidades que deverão ser assumidas nos diferentes níveis de atuação e relacionamento pessoal e profissional.

Art. 5º

O executivo de finanças manterá conduta equilibrada e isenta, evitando participar de transações e atividades que possam comprometer a sua dignidade profissional ou desabonar a sua imagem pública bem como da instituição profissional.

Art. 6º

Os relatórios e demonstrativos financeiros elaborados pelo executivo de finanças deverão ser objetivos, claros e precisos de forma que os investidores e credores possam dispor de informações fidedignas e confiáveis.

Art. 7º

O executivo de finanças manterá absoluta confidencialidade quanto às informações e atividades referentes ao trabalho na organização onde atua sendo-lhe vedado a utilização desses dados em benefício de seus interesses particulares ou em benefício de terceiros.

Art. 8º

Na realização de seu trabalho o executivo de finanças empregará os métodos e técnicas mais atualizados e consistentes de modo a otimizar os resultados econômicos e financeiros da organização em que atue.

Art 9º

O executivo de finanças se empenhará em aplicar seus conhecimentos no desenvolvimento de técnicas modernas e de comprovada eficiência para análise e avaliação econômico-financeira bem como no gerenciamento dos negócios sob sua responsabilidade profissional.

Art. 10º

Em suas relações profissionais com auditores e consultores internos e externos, o executivo de finanças manterá atitude de cooperação, transparência, sinceridade e boa fé, fornecendo aos mesmos informações completas, corretas e dentro dos prazos estabelecidos.

Art. 11º

O executivo de finanças evitará estabelecer vínculos de qualquer natureza com organizações ou clientes cujas condutas não sejam compatíveis com a sua consciência profissional e com os mais elevados padrões éticos.

Art. 12º

É vedado ao executivo de finanças, no exercício de suas atividades profissionais, receber qualquer gratificação monetária ou recompensa material que não seja decorrente da justa e legal remuneração de seu trabalho.

Art. 13º

É impróprio ao decoro do executivo de finanças pleitear posição ou propor prestação de serviços, na administração pública ou na empresa privada, utilizando-se de meios que possam comprometer a sua imagem profissional.

Art. 14º

Ao oferecer seus serviços, o executivo de finanças jamais usará de atitude desleal falseando ou omitindo fatos para denegrir a reputação dos concorrentes.

Art. 15º

No caso de haver algum tipo de interesse comercial ou de relacionamento pessoal ou familiar junto a fornecedores e compradores que possa eventualmente causar algum impedimento do executivo de finanças, esse fato deverá ser levado pelo próprio ao conhecimento da organização em que atue.

Art. 16º

No caso de afastamento de suas atividades, o executivo de finanças deverá colocar à disposição da organização onde tenha atuado todas as informações que devam ser levadas ao conhecimento de seu substituto para os devidos fins.

Art. 17º

A atuação profissional do executivo de finanças se limitará aos serviços para os quais esteja plenamente qualificado sendo-lhe vedado a realização de trabalhos em áreas de atividade que não sejam de sua especialidade ou não tenha reconhecida experiência.

Art. 18º

O executivo de finanças não poderá, sem prévia e expressa autorização, publicar estudos, pareceres, pesquisas ou fazer exposições sobre assuntos em que faça uso de métodos, técnicas, sistemas ou modelos que sejam de propriedade e emprego exclusivo de uma organização na qual atue ou tenha atuado.

Art. 19º

A prestação de serviços às organizações da administração pública, direta ou indireta, deverá merecer do executivo de finanças especial atenção na medida em que estará atuando com os recursos públicos cuja gestão implica, em última análise, resguardo dos interesses da sociedade.

Art. 20º

No cumprimento de suas atividades profissionais, o executivo de finanças deverá ter em mente a importância de sua contribuição, em termos de conhecimento, habilidades e experiência, para o aperfeiçoamento da administração financeira com um dos vetores do desenvolvimento econômico, político e social do país.

Art. 21º

O executivo de finanças terá sempre a preocupação de dar, como profissional e como membro da comunidade, o devido apoio às iniciativas que visem o respeito à cidadania e a satisfação das legítimas aspirações da sociedade.

Art. 22º

O executivo de finanças deverá colaborar para o desenvolvimento da organização em que atue bem como para o aprimoramento profissional e pessoal dos demais associados do IBEF.

Art. 23º

Compartilhar seus conhecimentos e experiências junto aos demais profissionais como retribuição à sociedade que tornou possível a sua capacitação técnica e o aperfeiçoamento de sua conduta como cidadão consciente e responsável.

Art. 24º

Ao exercer posição de liderança, o executivo de finanças dará a devida atenção e consideração aos interesses de seus colaboradores de modo a criar um ambiente de trabalho estimulante, produtivo e agradável.

Art. 25º

Sempre que cabível, o executivo de finanças empregará os seus conhecimentos e experiência no sentido de buscar, dentro do que permitam as normas legais, a redução da carga tributária de modo a preservar tanto os interesses empresariais quanto os comunitários e a geração de empregos.

Art. 26º

O executivo de finanças se disporá a participar das atividades de associação e integração que valorizem a formação e o desenvolvimento profissional criando condições para o estabelecimento de vínculos de amizade cordial e respeito mútuo na comunidade do IBEF.

Art. 27º

O executivo de finanças dará a necessária atenção e prioridade à defesa dos direitos humanos e dos interesses comunitários considerando a preservação dos recursos naturais e do ambiente ecológico como seu dever de cidadania.

Art. 28º

Dedicará parcela de seu tempo, iniciativa e capacidade de realização em proveito de atividades cívicas e culturais que possam contribuir para o fortalecimento das Instituições e engrandecimento da sociedade e da Pátria.

Art. 29º

O executivo de finanças deverá respeitar e fazer respeitar integralmente os termos e disposições do Estatuto Social do IBEF.

Art. 30º

Cabe a cada executivo de finanças bem como às organizações associadas ao IBEF cumprir e fazer que sejam respeitados os princípios éticos que inspiram a atividade zelando pela observância do Código de Ética e das Normas de Conduta Profissional.

 

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