As instituições financeiras vivem uma profunda transformação. Incerteza macroeconômica, exigências crescentes de conformidade, risco de fraude em alta, clientes com novas expectativas e uma força de trabalho em processo de envelhecimento pressionam bancos, seguradoras e agentes de mercados de capitais a repensar sua forma de operar.
A pressão regulatória também aumenta. Marcos como a Resolução CMN nº 4.893 e a LGPD, no Brasil, e o Regulamento de IA e o DORA, na União Europeia, exigem que a adoção de tecnologias seja mais transparente, segura e bem governada.
Não há espaço para improvisar. E o setor já reage: 30% dos executivos de serviços financeiros ouvidos em pesquisa da PwC em 2025 tornaram a IA agêntica prioridade máxima de investimento para 2026. No Brasil, estima-se que os bancos investiram cerca de R$ 2 bilhões em inteligência artificial em 2025.